16/11/09

Motor Partida VW AE111 1.0 e 1.6 - Imagem explodida



10/11/09

Esquema Tomada Vacuo TBI GM EFI



08/11/09

Correia Dentada Fiat , Gm , 1.8 16v Powertrain C18SEL



Tabela de Compressão de Cilindros Completa



04/11/09

Injeção Eletronica - Esquema Partida a Frio Palio , Uno e Fox



Formato : Pdf
Tamanho : Minimo



Correia Dentada EA111 16v








29/10/09

Taxa de Compressão Motor

Taxa de Compressão
 Nesta matéria, abordaremos um aspecto de fundamental importância na preparação dos motores - o aumento da taxa de compressão.






Como de costume, vamos começar dando algumas dicas importantes para que você não tenha nenhum tipo de prejuízo com o seu motor. Vale lembrar que o aumento da taxa de compressão não é regra para todos os tipos de veneno. Por exemplo, para carros turbinados essa receita não vale. Quando falamos de carros “ENVENENADOS”, mas de aspiração natural, ou seja, carros preparados, mas sem nenhuma sobre-alimentação como, turbo, blower ou compressor, o aumento da taxa de compressão é de fundamental importância, principalmente se você escolher o álcool como combustível. Estamos salientando este aspecto, porque supomos que seu carro seja movido à gasolina e dependendo do tipo de cabeçote e de quantos milímetros ele for rebaixado, você vai poder andar com álcool ao invés de gasolina.





Por estas entre outras razões, não basta apenas rebaixar o cabeçote para que o carro possa andar com álcool ao invés de gasolina. Antes de tudo é preciso saber de que tipo de motor estamos falando, se é um motor antigo, se é um motor moderno, se tem 4, 6 ou 8 cilindros e assim por diante. Se for um motor de concepção antiga a transformação para álcool pode ser praticamente impossível.


Falamos de impossibilidade, pois em geral esses motores têm uma taxa de compressão muito baixa e para conseguir-se o aumento necessário para que o motor possa funcionar com álcool, dependendo do tipo de cabeçote, seria necessário rebaixá-lo muito para alcançar a taxa ideal. Observe que não se tratam de motores que eram movidos a gasolina e passaram a rodar com álcool depois da colocação de um kit turbo. São assuntos completamente diferentes e que abordaremos em breve, quando o assunto for carros turbinados.








O que se trata aqui é da taxa de compressão ideal para que um carro rode com álcool, que é de aproximadamente 12:1, com pequenas variações conforme a tecnologia empregada no motor. Isso não quer dizer que um carro que não possuir essa taxa não vá rodar com o álcool, mas que o ideal e o correto seria que ele rodasse com essa taxa ou maior ainda, podendo chegar a 14:1. É certo que os carros movidos à gasolina mas que possuem uma taxa de compressão baixa - como os carros antigos - se tivessem a taxa aumentada, seu desempenho seria bem melhor. O fato em parte se explica, pois antigamente a nossa gasolina possuía uma octanagem bem menor que hoje. Mas como já adiantamos, tudo tem que ser pensado, pois se o aumento for muito grande provavelmente você terá problemas como “batidas de pino”.

Já que alertamos sobre alguns dos principais problemas, vamos ao passo seguinte que é definir o quanto você vai rebaixar o cabeçote. Bem isso é um assunto que também vai depender do estado em que se encontra o cabeçote que está montado no motor. Imaginemos que seu carro não foi comprado 0 Km e que seu motor sofreu um aquecimento no passado, tendo esse cabeçote recebido um passe ou, por exemplo, que tenha recebido algum tipo de preparação. Neste caso é fundamental checar o quanto esse cabeçote foi rebaixado para não exceder o limite. Bem, definindo todos esses itens e verificada a viabilidade do trabalho, o ideal é rebaixar entre 0,5 mm e no máximo 2,0 mm dependendo do modelo do cabeçote e do ganho que se pretende. Alguns carros modernos e com cabeçotes multi-válvulas não possuem uma variação tão grande assim, portanto fique atento.

Antes de tomar qualquer decisão e desmontar seu cabeçote procure informações técnicas para que você não tenha um grande prejuízo. Todavia o processo é razoavelmente simples e confiável e com um “simples” aumento da taxa de compressão é certo que seu motor possa ganhar algo em torno de 10 cv ou até mais, dependendo do cabeçote e do tipo do combustível usado. Lembre-se que esses valores somados ao trabalho no cabeçote, que abordamos na edição passada, mais a troca do comando de válvulas por um mais esportivo, e o acerto da carburação ou a sua substituição, assim como o trabalho feito no corpo de borboleta e a mudança do chip de injeção (nos veículos dotados de injeção), fazem com que o ganho de potência seja bem grande e em alguns casos podendo-se superar os 100% de aumento, isso tudo sem o uso de turbo, nitro (NOS) ou qualquer forma de sobre-alimentação. Por outro lado, todas estas medidas necessitam de um grande investimento, além de tornar a condução do veículo bastante cansativa e difícil, restringindo-o à provas de arrancada ou outras competições.

O ponto realmente crítico no trabalho de rebaixamento de cabeçote, consiste em determinar o quanto deverá ser retirado de material do cabeçote. Para tanto, siga as etapas abaixo:

1 - Estando o motor com o cabeçote desmontado, determine o volume do cilindro com o pistão no ponto morto inferior. Não confie em medidas teóricas encontradas em revistas ou manuais, pois como já dissemos se o seu veículo não for 0 Km pode ter sofrido alterações. Meça com um paquímetro o diâmetro interno de um dos cilindros, sua profundidade e a espessura da junta de cabeçote nova, tudo em milímetros com precisão de pelo menos duas casas decimais, utilizando a fórmula abaixo:

Volume Cilindro = [( Diâmetro² x 3,1416 ) / 4 ] x (Profundidade + Espess. da Junta)


2 - Feito isto, coloque o cabeçote sobre uma bancada com as câmaras de combustão voltadas para cima e as válvulas de admissão e escape fechadas, e com auxílio de um nível calce-o para que fique 100% plano. Coloque uma das velas de ignição na câmara que for medida, enchendo-a com fluído hidráulico até transbordar. Depois faça o nivelamento com uma régua de aço. A seguir retire o fluído com uma seringa de injeção, colocando-o numa proveta graduada, descobrindo desta forma o volume da câmara de combustão.

Caso você tenha certeza de que seu motor não sofreu alterações em relação às especificações originais de fábrica e tiver em mãos dados precisos da taxa de compressão e volume do cilindro, pode usar a seguinte fórmula para calcular o volume da câmara:

Volume Câmara = ( Volume Cilindro) / (Taxa Compressão - 1)


3 - Agora vamos determinar qual deverá ser o volume da câmara de combustão para a nova taxa de compressão que se deseja obter:

Novo Volume Câmara = Volume Cilindro / (Nova Taxa de Compressão - 1 )


4 - Finalmente, pegue a proveta graduada e coloque novamente o fluido hidráulico até atingir o volume obtido no cálculo acima. Despeje o conteúdo na câmara de combustão, e com o paquímetro, meça a distância que falta para o fluido chegar à superfície do cabeçote, com a maior precisão que puder. A medida obtida representa o quanto deverão ser rebaixados os cabeçotes. Espere medidas pequenas, de 0,5 a 2 mm. Medidas muito maiores que 2 mm provavelmente estarão erradas e, neste caso refaça todas as contas. Medidas menores que 0,5 mm indicam cabeçotes que já foram rebaixados, ou motores que já trabalham com taxas de compressão mais altas, portanto, remonte tudo e esqueça o assunto.

5 - Agora, é só enviar o cabeçote para a retífica, indicando o quanto deverá ser rebaixado. Tendo chegado a este ponto e se certificado de que todos os cálculos estão corretos, não se deixe influenciar por mecânicos que afirmem que você não precisa fazer nenhum cálculo e que podem determinar sem nenhuma conta o valor que você deverá rebaixar. Use o bom senso, e lembre-se de que os métodos científicos sempre são mais confiáveis. Na dúvida, não faça o rebaixamento, é melhor ter um carro original funcionando, do que um envenenado quebrado.


20/09/09

Centrais Hibridas


Centrais Híbridas
Central de Injeção ou módulo de Injeção existe as chamadas centrais Híbridas, quer dizer que é uma peça só, não existe nela um componente removível como o Chip, onde fazemos as mudanças do programa. A Central Híbrida é lacrada, por isso é uma peça que não tem manutenção, a Reprogramação só através de linha Serial. Porém isso já é possível com o nossa nova tecnologia em centrais híbridas, atravéz do Kess, nós podemos fazer o remapeamento em centrais híbridas.
Veículos com centrais híbridas, que podem ser feitos o repotenciamento ou conversão para Álcool, ganhando potencia e economia :
  • Marea 2.4
  • Stilo 2.4
  • Palio Fire 1.0 16V
  • Palio Fire 1.3 16V
  • Astra G 1.8 8V
  • Astra G 1.8 16V
  • Astra G 2.0 8V
  • Astra G 2.0 16V
  • Zafira 1.8 8V
  • Zafira 1.8 16V
  • Zafira 2.0 8V
  • Zafira 2.0 16V
  • Celta VHC
  • Celta 2002
  • Meriva
Em Desenvolvimento:
  • Celta 2001
  • Marea 1.8 16V
  • Brava 1.8 16V

04/09/09

Correia Dentada - Scenic 2.0 16v , Clio 2.0 16v , Laguna 2.0 16v

 
 

15/08/09

Dicionário técnico ultizado pelos reparadores

DICIONÁRIO TÉCNICO

 A
ABS—(anti-lock Breaking system) Sistema de Freios Antibloqueio
ACIONAMENTO INERCIAL - Um mecanismo de acionamento do motor de partida para o acoplamento e desacoplamento automático. A engrenagem de pinhão avança para o acoplamento quando o motor de partida gira e desacopla quando o motor do veículo inicia seu funcionamento.
AÇO - É uma liga de ferro com carbono.
ADERÊNCIA - É o contato das rodas motrizes para com a superfície de rolamento.
ADMISSÄO – É o primeiro dos quatro tempos do motor Ciclo Otto
AFOGADOR - É um dispositivo utilizado no sistema de admissão para enriquecer a mistura ar combustível
AIR-BOX – É uma caixa de aspiração para motores de alta performance
AIR-GAP- É à distância entre o sensor e a roda fônica.
ALTERNADOR - É um gerador de corrente alternada que serve para manter o funcionamento dos sistemas elétricos e recarregar a bateria do veículo quando em operação.
AMORTECEDOR - É um dos componentes da suspensão que tem a utilidade de reduzir as vibrações das molas.
AMPERAGEM - A quantidade total de corrente (ampéres) que se movimenta através de um condutor elétrico.
AMPÉRE (AMP) - Unidade de medida para corrente elétrica.
AMPERÍMETRO DE SHUNT INTERNO - Um amperímetro que é conectado em série com o circuito a ser testado. São normalmente usados para medir correntes abaixo de 10 ampéres.
AMPERÍMETRO INDUTIVO - Utiliza o princípio da indução magnética para medir correntes elétricas, muito utilizado para medições no Sistema de Carga e Partida.
ANÉIS DE SEGMENTOS - São componentes instalados no pistão tendo como função principal manter a vedação entre o cilindro e a câmara de combustão.
ATRITO- É a força que se opõe ao movimento de um corpo.
ATUADOR- Dispositivos que acionam componentes mecânicos , recebem o nome de atuadores, ou dispositivo de saída que recebe comandos de sinais elétricos e atua para alterar o sistema controlado.
AUTONIVELADORA- São suspensões modernas controladas através de sistemas elétricos.
AVANÇO A VÁCUO- É um componente do distribuidor de ignição que têm como função corrigir a curva de avanço centrífugo.
B

BALANCIM- Uma peça constituída de dois braços oscilados sobre um eixo de balancins.
BARRA DE TORÇÃO- É uma barra de aço temperada com uma ponta fixada no chassi e a outra ponta estriada fixa numa parte móvel da suspensão
BARRA- Um ponto de distribuição de energia, onde são conectados os cabos com seus terminais.
BATERIA - Um componente que produz eletricidade através de uma reação química entre as placas positivas e negativas submersas em uma solução de ácido sulfúrico, podendo ser recarregada.
BIELA- Braço de ligação do pino do pistão ao colo de manivela do virabrequim.
BLOCO DE FUSÍVEIS / QUADRO DE FUSÍVEIS /CENTRAL ELÉTRICA- Um componente que fixa os fusíveis para fornecer energia para um grande número de circuitos, podendo ainda ter conexões para diversos tipos de relés.
BLOCO- É o corpo principal do motor a onde são acoplados componentes necessários para seu funcionamento.
BOBINA DE CAMPO - Uma bobina de fio isolado, enrolada em volta de um núcleo de ferro ou aço, que cria um campo magnético quando uma corrente é passada através do mesmo.
BOBINA- É um componente do sistema de ignição,que tem a finalidade de transformar baixa tensão proveniente da bateria,em alta tensão para as velas de ignição.

C
CAMPO - Uma área coberta ou preenchida por uma força magnética.
CAMPO ELETROMAGNÉTICO - Um campo que possui direção e força ao redor de um condutor ou bobina que conduzem cargas elétricas.
CAMPO MAGNÉTICO - Um campo que é gerado por um ímã ou por uma influência magnética e que tem força e direção.
CAPACIDADE - Indica por quanto tempo a bateria poderá alimentar a carga elétrica, no caso de falha do alternador, valor este dimensionado em ampére hora.
CAPACITOR - Um componente usado para absorver ou armazenar cargas elétricas.
CARGA - Um dispositivo em um circuito elétrico que converte fluxo de corrente em calor, luz ou movimento.
CÉLULA - Numa bateria acumuladora, um dos conjuntos de placas positivas e negativas que reagem com o eletrólito para gerar uma corrente elétrica.
CENTELHAMENTO - Quando a eletricidade preenche a lacuna existente entre dois eletrodos da vela, dá-se o nome de “centelhamento”.
CICLAGEM PROFUNDA - O processo de descarregar a bateria quase completamente antes de recarregar.
ÇIRCUITO - Consiste de uma fonte elétrica (bateria), uma unidade consumidora (por exemplo, uma Lâmpada) e fios que formam um trajeto completo para o fluxo de corrente da fonte, para a unidade e de volta para a fonte.
CIRCUITO ABERTO - A condição em que o caminho do circuito está interrompido e a corrente não pode fluir, ou seja, condição de desligado ou queimado.
CIRCUITO EM PARALELO - Um arranjo que fornece suprimento de voltagem e caminhos separados para diversas cargas.
CIRCUITO EM SÉRIE /PARALELO - Um arranjo que combina duas ou mais cargas em paralelo, com uma ou mais cargas em série.
CIRCUITO EM SÉRIE- Um arranjo em que a corrente deve fluir através de uma carga antes da outra. A voltagem da fonte se divide entre as cargas no circuito.
CIRCUITO FECHADO- Um caminho completo desde a fonte de tensão até uma carga elétrica ou dispositiva e daí de volta para a fonte de tensão através da massa (aterramento).
COMPENSADOR DE MASSAS: Componente mecânico empregado em alguns motores para eliminar vibrações que pode ser incômoda aos ocupantes dos veículos.
COMUTADOR - Uma série de barras de cobre isoladas umas das outras e conectadas aos enrolamentos do induzido. As escovas atritam no comutador e absorvem corrente ou fornecem corrente para o induzido.
CONDUTOR - Uma substância, usualmente metal, na qual uma corrente elétrica é conduzida. O fluxo de corrente é possível como conseqüência da grande volume de elétrons livres presentes na substância.
CONECTOR ENTRE CÉLULAS - Um cabo de conexão ou conector que liga as células de uma bateria.
CORPO DE MASSA - Usa a chapa da carroçaria do veículo, chassi ou motor para aterrar um circuito.
CORRENTE - O fluxo ordenado de elétrons num condutor.
CORRENTE ALTERNADA - Um tipo de corrente que flui em dois sentidos sob a influência da troca de polaridade, formando uma onda do tipo senoidal.
CORRENTE CONTÍNUA - Um tipo de corrente que percorre uma única direção após ser gerada.
CORRENTE DE PARTIDA À FRIO - Um sistema que verifica a bateria pela quantidade de corrente que a mesma pode fornecer a 0ºF (-17,6º C).
CREMALHEIRA DO VOLANTE DO MOTOR - Uma engrenagem grande pesada sobre a circunferência do volante do motor. Quando a engrenagem do motor de partida é acoplada na cremalheira, o volante do motor gira permitindo o início de seu funcionamento.
CURTO - CIRCUITO - Um contato com a massa de qualquer parte de um circuito.
CURTO À MASSA - Uma situação em que um caminho indesejável para a alimentação da carga está presente.
D
DECIBEL - corresponde a uma décima parte do bel, unidade de medida mais usada para medir a intensidade sonora.
DEFLETOR - Um dispositivo usado para conter ou mudar de direção o fluxo de gases, fluido, luz etc...
DENSIDADE TÉRMICA - Indica o grau da energia da massa de ar e combustível.
DESCARGA - Consumir a corrente elétrica de uma bateria.
DESGASTE - Com o passar do tempo, os componentes metálicos são atacados por um desgaste em função do atrito, da abrasão ou ataque químico.
DETONAÇÃO: Combustão do tipo explosivo de uma parte da mistura ar combustível, depois que ocorre a detonação varias ondas de pressão atravessa a camada de combustão chocando-se com as paredes metálicas.
DIAGNÓSTICO - O processo de interpretar e analisar certos sintomas a fim de descobrir a causa de um determinado problema.
DIAGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO: Gráficos que podem ser mostrados por meio de um diagrama de distribuição, os pontos de inicio e de fechamento de válvulas, indicados em graus de rotação do virabrequim.
DIAGRAMA DO CILINDRO: É a medida do diâmetro interno do cilindro do motor, e é sempre expressada em milímetros.
DIESEL: Combustível formado por uma mistura de hidrocarbonetos derivados do petróleo.
DIFERENÇA DE POTENCIAL - Um desequilíbrio de elétrons que cria forças de atração ou repulsão.
DIFERENCIAL: É um dispositivo capaz de permitir velocidades variáveis entre a roda interna e externa nas curvas, sendo instalado no eixo traseiro ou em conjunto com a caixa de mudanças em veículos com tração dianteira.
DIGITAL: Digitais são os instrumentos que mostram informações por meio de números e letras luminosas composta por elementos de cristal líquido ou leds.
DILATAÇÃO TÉRMICA : Quando os corpos se expandem com a variação positiva da temperatura, aumentam de tamanho pela dilatação térmica.
DIN: É uma sigla Deutsches Institut Für Normung (Instituto Alemão de padronização) é uma entidade que estabeleceu uma série de normas em vários setores no campo automobilístico ela estabeleceu modalidades para medir a potência e o consumo específico
DIODO- Um semi - condutor que permite fluxo constante de corrente em apenas um sentido de direção, impedindo fluxo em sentido contrário.
DIREÇÃO HIDRÁULICA: dispositivo que diminui o esforço do motorista para acionar o Sistema de Direção.
DISJUNTOR - Um dispositivo que protege um circuito contra sobrecargas, podendo ser rearmado
DISJUNTOR CÍCLICO - Um dispositivo de proteção automática, que abre um circuito quando ocorre uma sobrecarga, restabelecendo o circuito assim que cessa a sobrecarga.
DISJUNTOR NÃO - CÍCLICO - Um dispositivo de proteção que abre um circuito quando ocorre uma sobrecarga. A tensão deve ser desligada para se rearmar o disjuntor.
DISPOSITIVO LIMITADOR DE CORRENTE - Um dispositivo como um fusível ou disjuntor construído para abrir um circuito quando da ocorrência de sobrecarga.
DISTRIBUIÇÃO DESMORÔMICA: É o fechamento de válvulas do tipo “positivo” sem elemento elástico de chamamento.
DISTRIBUIÇÃO: É a somatória dos componentes do motor antepostos ao controle do fluxo de gases que entram e sai dos cilindros.
DISTRIBUIDOR: É o dispositivo responsável pelo envio no momento certo, da corrente de alta tensão proveniente da bobina a cada vela de ignição.
DOHC: Sigla inglesa para Double Overhead Camshaft, utilizada para identificar motores com duplo comando de válvulas no cabeçote.
DUPLA IGNIÇÃO: Alguns motores utilizam-se 2 velas para cada cilindro, que são colocados do lado oposta da câmara de combustão.
DUPLO COMANDO DE VÁVULAS: Indica distribuições com 2 eixos comando de válvulas no cabeçote.
DURAÇÃO DO COMANDO: Indica o sistema de distribuição, mostra a antecipação ou atraso, em relação a um ponto de referencia de um componente móvel, como o pistão ou as manivelas do virabrequim, com qual ocorre um determinado evento mecânico, elétrico, etc.

E
EAS: Sigla para Eletronic Actuation System é um sistema de controle de tração e da altura do veículo em relação ao solo, e ao mesmo tempo, de assistência aos freios.
ECUT: É distinguida como uma transmissão com variação contínua de reações, na prática é um câmbio automático.
ECV: Significa Eletronic Control Unit, é uma unidade de controle eletrônico que processa e interpreta informações que chega por uma série de sensores, condicionando as modalidades de intervenção por ela controlada.
EDC: Sigla de Eletronic Diesel Control, é um sistema de motores a diesel que permite eliminar o regulador de giros.
EFEITO RAM: Onda de pressão que se movimenta com velocidade sônica,ocorrida no interior da massa gasosa, os gases possuem massa, portanto, segue a lei da inércia.
EFEITO SOLO: Corpo aerodinâmico dirigido para baixo, que pode alcançar valores consideráveis em velocidades altas.
EGR: Sigla para Enhaust Gas Recirculation. É a recirculação dos gases de escape usada até certo ponto em alguns motores para dissolver a mistura fresca para baixar as temperaturas máximas do ciclo com o objetivo de reduzir as emissões do óxido de nitrogênio na atmosfera.
EIXO CARDAN DE TRANSMISSÃO: Tem a função de ligar a saída do câmbio á caixa diferencial em veículos com tração traseira e motor dianteiro. É formado por um eixo modelar dotadas de juntas universais e juntas deslizantes posicionadas em uma ou ambas extremidades.
EIXO DO COMANDO DE VÁLVULAS: O comando de válvulas pode ser encontrado no bloco, e neste caso, aciona as válvulas por meio de tuchos, varetas e balancins. Na maioria dos motores modernos o comando de válvulas é localizado no cabeçote para controlar as válvulas agindo sobre os tuchos ou sobre os balancins.
EIXO: O eixo defere-se de uma árvore exclusivamente pelo fato de não transmitir nenhum movimento de rotação. Existem vários tipos de eixo, mas nos veículos fala-se do dianteiro e traseiro.
ELASTÔMERO: Material sintético dotado de grande elasticidade, que encontra grande utilização na industria automobilística.
ELEKTRON: É a mais conhecida das ligas magnésio, são utilizadas principalmente nos componentes pouco solicitados do ponto de mecânico em carros de competição.
ELEMENTO - Um grupo de placas negativas e positivas da bateria mantidas juntas com separadores de isolamento entre cada placa.
ELETRICIDADE - Fluxo de elétrons ordenados através de um condutor quando uma força é aplicada.
ELETROFORESE: Tratamento químico protetor efetuado por meio da imersão numa solução galvânica.
ELETROÍMÃ - Um núcleo de ferro doce que é magnetizado pela passagem de uma corrente elétrica através de uma bobina que envolve o núcleo.
ELETRÓLITO - Uma solução de ácido sulfúrico e água destilada nas células de uma bateria.
ELÉTRONS LIVRES - Elétrons nas órbitas externas dos átomos, fáceis de serem forçados para fora das órbitas, possibilitando seu fluxo através de um condutor.
ELETROQUÍMICA - A geração de eletricidade a partir de reações químicas, como em uma bateria ou pilha.
EMBREAGEM “RODA - LIVRE” Uma engrenagem do tipo rolete que transmite torque somente em uma direção e gira livremente na outra direção, lembrando o funcionamento da catraca de uma bicicleta.
EMBREAGENS: Dispositivo que liga o motor ao câmbio,permitindo ao motorista obter uma transmissão progressiva de torque, na troca de uma para outra marcha.
EMISSÕES: Em teoria, um motor do tipo Ciclo Otto alimentado com uma mistura na dosagem correta deveria emitir pelo sistema de escapamento apenas anidro carbônico, água sob forma de vapor e nitrogênio.
EMULSIONADOR: É um componente em forma de tubo, com uma série de furos redondos calibrados, colocado no interior do carburador.
ENCAPSULAMENTO: O processo que reduz o nível de ruídos de motores a diesel, especialmente na injeção direta.
ENERGIA - A capacidade de realizar um trabalho.
EQUIPAMENTO DE TESTE DE CARGA E PARTIDA - Um equipamento de teste multi-função utilizado para testar sistemas elétricos em veículos.
ESCOVA - Uma pequena peça de carbono ou cobre que conduz corrente elétrica ao atritar num comutador rotativo ou anéis deslizantes. Usada em alternadores e motores elétricos de partida.
ESTADO DE CARGA DA BATERIA - A quantidade de energia armazenada numa bateria em relação àquela que estaria disponível caso estivesse com carga total.
ESTATOR - Num alternador, à parte que contém os enrolamentos condutores dentro dos qual gira o campo formado pelo rotor.
F
FIO FUSÍVEL - Um dispositivo de proteção colocado em um circuito elétrico, que se derreterá e impedirá o fluxo de corrente ao ocorrer uma sobrecarga.
FORMAÇÃO DE GASES - A dissociação da água em gás hidrogênio e oxigênio numa bateria.
FREQÜÊNCIA ELÉTRICA - A unidade que mede o número de ciclos por segundo da corrente elétrica
FUSÍVEL - Um dispositivo de proteção colocado num circuito, que se funde e interrompe o fluxo de corrente, quando ocorre uma condição de sobrecarga. GRADE - Uma tela de chumbo empastada com materiais ativos para formar uma placas negativas ou positivas de um acumulador de energia.

H

HIDRÔMETRO OU DENSÍMETRO - Um instrumento utilizado para medir o peso específico do eletrólito de uma bateria.
I

IAR - Regulador/Alternador Integrado: um tipo de regulador montado na parte de trás do alternador.
ÍMÃ - Um material que atrai ferro e aço. Imãs temporários são gerados através de eletricidade. Um ímã permanente é feito com aço liga.
INDUÇÃO - A criação de uma corrente elétrica em um condutor causada pela movimento do mesmo através de um campo magnético.
INDUZIDO - A parte móvel de um alternador ou motor de partida.
INTERMITENTE - Ação em intervalos regulares: não contínua.
INTERRUPTOR - Um dispositivo utilizado como controle para fechar ou abrir, ou inverter polaridades num circuito elétrico.
INTERRUPTOR ARTICULADO DE LINGÜETA - Completa ou interrompe a corrente num condutor simples.
INTERRUPTOR CONJUGADO - Um interruptor que tem dois ou mais braços de contato operando em conjunto a partir de um controle simples.
INTERRUPTOR DE CONTATO MOMENTÂNEO - Um interruptor com mola de retorno que mantém os contatos abertos ou fechados exceto quando pressionado.
INTERRUPTOR DE INTERBLOQUEIO DA EMBREAGEM/MOTOR DE PARTIDA - Um interruptor que impede a partida do motor a menos que a embreagem seja pressionada.
INTERRUPTOR DE MERCÚRIO - Um interruptor que contém uma cápsula parcialmente preenchida com mercúrio, o qual completa ou interrompe os contatos conforme se inclina o interruptor, muito utilizados em sistema de alarme.
INTERRUPTOR DE PARTIDA DA EMBREAGEM - Equipado em veículos com transmissão manual. Impede a partida do motor, a menos que o pedal da embreagem seja totalmente pressionado.
INTERRUPTOR DE PARTIDA NEUTRO - Em veículos com transmissão automática, um interruptor que impede a partida se o veículo não estiver em PONTO MORTO ou em PARK.
INTERRUPTOR SENSÍVEL À TEMPERATURA - Um interruptor que contém um elemento bimetálico que fecha ou abre o circuito quando o interruptor é aquecido, muito utilizado no sistema de arrefecimento para fechar o circuito que alimenta o relé do ventilador.
IONIZAÇÃO - O processo pelo qual um átomo se torna positivamente carregado ao perder um elétron, ou negativamente carregado ao ganhar um elétron.
ISOLADOR - Um material que não tem elétrons livres que rapidamente deixem suas órbitas. Um material não condutivo utilizado para o isolamento de fios em circuitos elétricos.
ISOLADOR - Uma substância na qual a corrente não fluirá porque há falta de elétrons livres.

L

LADO DA ALIMENTAÇÃO INTERROMPIDO - Um circuito em que o interruptor está localizado entre a fonte de voltagem e a de carga (lado positivo da bateria).
LADO DA MASSA INTERROMPIDO - Um circuito em que o interruptor está localizado entre a carga e a massa (lado negativo da bateria)
LEI DE OHM (E = I X R) - Uma série de fórmulas usadas para determinar valores em um circuito elétrico. Quaisquer dois valores podem ser multiplicados ou divididos para determinar o terceiro valor desconhecido.

M

MASSA - À parte do circuito que completa o caminho de volta para a fonte de voltagem após a carga.
MEDIDOR DIGITAL - Um medidor de teste elétrico que apresenta os valores medidos na forma de um visor numérico.
N

NORMALMENTE ABERTO - Quando a posição de repouso do interruptor abre o circuito.
NORMALMENTE FECHADO - Quando a posição de repouso do interruptor fecha o circuito.

O

OHMS - A unidade de medida de resistência.
P

PAINEL DE JUNÇÃO DE FUSÍVEIS - Um quadro que fixa os fusíveis para fornecer energia a um grande número de circuitos.
PÓLOS – Entradas específicas de um interruptor.
POTENCIÔMETRO - Um resistor variável com três ligações. Duas ligações estão nas extremidades do material resistivo. A terceira ligação está no cursor que se move sobre o material resistivo.
PROTETOR DE CIRCUITO - Um dispositivo semelhante a um fusível ou disjuntor que é projetado para abrir um circuito na ocorrência de sobrecargas.
Q

QUEDA DE VOLTAGEM - Mudança da pressão elétrica entre dois pontos quaisquer do circuito. O valor da queda de tensão entre os dois pontos em um circuito será determinado pela resistência das cargas do circuito bem como do número de cargas no circuito.

R
RELÉ- Um interruptor que utiliza um pequeno fluxo de corrente para controlar uma corrente maior.
REOSTATO - Um resistor variável com um cursor móvel que aumenta ou diminui a resistência conforme o cursor se afasta ou se aproxima da fonte de tensão. Usado para controlar uma carga.
RESISTÊNCIA - A oposição ao fluxo de corrente elétrica através de um circuito elétrico.
RESISTOR - Dispositivo usado para limitar o fluxo de corrente em um circuito através de sua alta resistência ao fluxo de corrente.
RESISTOR DE VALOR FIXO - Aquele que tem um valor específico de resistência.
RESISTOR ESCALONADO - Um resistor tendo dois ou mais valores fixos de resistência, que podem ser selecionados ligando-se fios nas várias derivações do mesmo.
RESISTORES VARIÁVEIS - Resistores que fornecem uma gama de resistências.
RETIFICAÇÃO – Trabalho realizado pelo diodo que transforma Corrente Alternada em Corrente Contínua.
 
S

SOLENÓIDE - Um eletromagneto com um núcleo móvel, usado para transformar fluxo de corrente elétrica em movimento.
T

TRANSFERÊNCIA - Saídas de um interruptor.
V

VOLTAGEM - A pressão (tensão) elétrica num circuito.